Como configurar o Cursor AI para programar de verdade (e não só autocompletar)
Instalar o Cursor é fácil. Fazer ele acelerar seu trabalho sem encher o código de bugs é outra história. Veja a configuração que uso no dia a dia.
IDEs com IA, pair programming com modelos, automação de código e produtividade para quem escreve software.
A IA já faz parte do dia de quem programa — o problema é a distância entre a demo animada e o trabalho real, onde o código precisa rodar, ser revisado e não quebrar em produção. Esta editoria trata dessa parte: como usar Cursor, Claude, ChatGPT e Gemini sem terceirizar o julgamento. Tem comparação honesta de qual modelo usar em cada caso, configuração de IDE que rende de verdade e os padrões de prompt que a gente usa todo dia.
O fio condutor é a desconfiança produtiva. Revisão de código com IA pega bug óbvio mas deixa passar lógica sutil; teste gerado por IA cria falsa segurança se você não olhar o que ele cobre; e às vezes CSS puro resolve o que você ia escrever em JavaScript. Cada texto aponta onde a ferramenta acelera e onde ela te dá confiança falsa — que é onde mora o prejuízo.
Instalar o Cursor é fácil. Fazer ele acelerar seu trabalho sem encher o código de bugs é outra história. Veja a configuração que uso no dia a dia.
Não existe o melhor modelo para tudo. Existe o melhor para cada tarefa. Veja onde cada um brilha e onde te decepciona no trabalho real de código.
A diferença entre a IA te ajudar e te atrapalhar quase sempre está no pedido. Sete padrões concretos de prompt para tarefas reais de programação.
IA revisando pull request é útil de verdade — para uma classe específica de problema. Um mapa honesto do que ela acha, do que ela ignora e do que ela inventa.
A IA escreve cem testes em um minuto e sua cobertura vai a 90%. O problema é quando esses testes não testam nada. Como usar IA para suíte que realmente protege.
Muita coisa que antes exigia biblioteca hoje é uma linha de CSS. Onde dá para cortar a dependência, onde não dá, e por que a diferença importa.
Interface travando raramente é falta de máquina. É quase sempre a propriedade errada sendo animada. Um mapa de onde o custo aparece, com demonstrações.
Uma skill é instrução reutilizável que o Claude puxa sozinho quando o contexto bate. Ajuda muito num punhado de casos — e atrapalha em quase todos os outros. Como eu decido.
Uma pasta, um arquivo, um cabeçalho bem escrito. Vou criar uma skill de verdade na sua frente — inclusive a parte em que a primeira versão não funciona e por quê.
Três ferramentas, três filosofias diferentes de como a IA entra no seu código. Comparo onde cada uma ganha, onde cada uma irrita, e como escolher sem cair no hype.